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06/08/2015 - Edição do dia 06/08/2015 06/08/2015 06h06 - Atualizado em 06/08/2015 06h38 Michel Temer pede que Congresso e sociedade ajudem a enfrentar a crise


 
O governo reconheceu que o país passa por um momento difícil na política e na economia e coube ao vice-presidente, Michel Temer, ir à público para pedir a união do Congresso e da sociedade para reverter essa situação.A preocupação era com a votação de leis que gerem novas despesas, a chamada ‘pauta-bomba’. Uma delas vincula o salário de advogados da União, procuradores estaduais e municipais e delegados das polícias Civil e Federal até 90% do salário dos ministros do STF. Mesmo assim, nada impediu a votação e, para piorar, dois partidos da base aliada, o PDT e o PTB, decidiram abandonar o governo. Depois de se reunir com ministros da área econômica e aliados da Câmara e do Senado, Temer conversou ao telefone com a presidente Dilma Rousseff e acertou com ela que faria um apelo aos parlamentares e setores da sociedade. “Não vamos ignorar que a situação é razoavelmente grave, não tenho dúvida que é grave. E é grave porque é uma crise política, se ensaiando a uma crise econômica que está tendo, precisando ser ajustada, mas, para tanto, é preciso contar com o Congresso Nacional, é preciso contar com os vários setores da nacionalidade brasileira, é preciso que alguém possa, tenha a capacidade de reunificar a todos, de reunir a todos e fazer este apelo. Eu estou tomando esta liberdade de fazer este pedido porque, caso contrário, nós podemos entrar em uma crise desagradável para o país”, disse Michel Temer, vice-presidente da República. A repercussão no Congresso foi rápida. “Os integrantes do governo, da oposição, enfim, precisam ter um entendimento mínimo no que diz respeito a uma agenda para o Brasil”, declarou o senador Humberto Costa (PT/PE). “Nós, da oposição, continuaremos defendendo os interesses do Brasil, não arredaremos pé quanto a isso, mas manifestações individuais de um ministro ou mesmo do vice-presidente não são suficientes”, pontuou o senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB). O presidente da Câmara disse que o problema é a falta de consistência da própria base do governo. “Qualquer apelo pelo país é sempre bem-vindo. Quando a minha parre, eu não preciso nem de apelo, eu sou suscetível ao conhecimento da situação difícil que a economia vive”, afirmou o deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), presidente da Câmara dos Deputados. E apesar de todos os discursos e apelos, o projeto foi à plenário. A votação só acabou no meio da madrugada e foi mais uma grande derrota para o governo. Com um placar de 445 votos a favor e apenas 16 contra, o texto foi aprovado em primeiro turno. Na mesma sessão, o presidente da Câmara anunciou a criação de três CPIs, sobre crimes cibernéticos, maus-tratos contra os animais e a CPI do BNDES.
Fonte: http://g1.globo.com/

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