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26/01/2015 - Beltrame diz que UPP no Juramento não vai ser 'de uma hora para outra'


 
Uma mulher de 21 anos morreu após ser baleada durante um tiroteio na comunidade da Rocinha, Zona Sul do Rio. E dois adolescentes foram feridos por balas perdidas na Região Metropolitana. Em 9 dias foram registrados pelo menos 11 casos desse tipo no Rio. Sobre esses casos de violência no Rio de Janeiro, o Edição das 10h conversou por telefone com José Mariano Beltrame, Secretário de Segurança Pública do estado. Segundo José Mariano Beltrame, a polícia tem, sim, os seus problemas, mas essas balas perdidas foram na maioria, provocada por traficantes. “Isto é da natureza desta verdadeira nação de criminosos que se criou no Rio de Janeiro. Digo nação de criminosos, porque são pessoas que têm uma ideologia de facção, são pessoas que têm um desapego pela vida humana e que têm idolatria por armas”, afirmou. O Secretário de Segurança Pública do Rio enalteceu o trabalho das UPPs e ressaltou que é preciso inteligência para agir nas comunidades não pacificadas, como o Juramento. “Não podemos tomar atitudes de fazer uma ocupação e não poder sustenta-la. O que podemos fazer são operações policiais, que têm o resultado temporário. Temos que entrar e ocupar essas áreas, mas não vou ser leviano de dizer que vamos fazer isso de uma hora para outra. O Rio de Janeiro foi permissivo com isso por 30 ou 40 anos”, disse. Beltrame afirmou que, no passado, os secretários de Segurança do Sudeste levaram à Câmara e ao Senado um documento com uma série de medidas, abordando, inclusive, a questão das armas que entram pelas fronteiras do Brasil. “Precisamos buscar controlar a fronteira”, disse. E questionado sobre o resultado prático da entrega deste documento, foi taxativo: “Até agora, nada”. O secretário destacou que não se pode culpar exclusivamente a polícia. “Precisamos de uma série de outras ações dentro dessas áreas, de perspectiva para a juventude. O Estado precisa concorrer com o tráfico em outras coisas”, afirmou. Ao final da entrevista, José Mariano Beltrame ressaltou que, “muitas vezes, por trás de um tiro errado de um policial existe uma série de coisas”.
Fonte: G1

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