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10/06/2014 - Vídeos mostram prejuízos causados pelas chuvas em todo o Paraná


 

Segundo a Defesa Civil, 132 municípios e 420 mil pessoas foram atingidos.
Previsão do tempo aponta dia sem chuvas no estado nesta terça (10).

O governador, Beto Richa (PSDB), sobrevoou as áreas mais atingidas pelas chuvas no estado na segunda-feira (9), como Guarapuava, Irati, Pinhão, Cruz Machado, União da Vitória,Prudentópolis e Porto Amazonas. Segundo a Defesa Civil do Paraná, 132 municípios foram atingidos, afetando mais de 420 mil pessoas. Quase 13 mil foram desalojadas, das quais 11,7 mil permaneciam fora de suas casas nesta terça (10). Foram 3,8 mil desabrigados, com 3,4 mil ainda em abrigos públicos. Nove pessoas morreram, 30 ficaram feridas, e seis permanecem desaparecidas.

Não há previsão de chuva no estado do Paraná, apesar de um aumento na quantidade de nuvens. O tempo fica nublado, com pouca abertura de sol nesta terça-feira (10). Nas regiões de Curitiba e litoral pode haver chuviscos, por conta da umidade do mar. Na região central do estado, a mais atingida, foram mil famílias desalojadas e 600 famílias desabrigadas. Guarapuava segue, no entanto, sem abastecimento de água.

A vazão das Cataratas do Iguaçu, no oeste do Paraná, baixou por volta das 6h desta terça-feira (10) para 37 milhões de litros de água por segundo após o fim das chuvas que causaram estragos em várias regiões do estado. Mesmo assim, o volume ainda é 24 vezes acima do normal, que é de 1,5 milhão de litros por segundo.

Segundo meteorologistas, o estado do Paraná facilita a ocorrência de chuvas e enchentes. Nos últimos anos, foi comum a ocorrência de fortes chuvas no mês de junho, mas nunca tão expressivamente como em 2014. Em Guarapuava, por exemplo, a média história de chuva para o mês de junho é de 135 mm. Em três dias, porém, choveu 402 mm.

Algumas cidades ficaram isoladas, como São João do Triunfo. A BR-277 foi a rodovia que teve mais pontos interditados, chegando a 14 durante a tarde de segunda-feira (9). Quedas de barrancos, asfalto cedendo e pontes alagadas ou destruídas foram alguns dos problemas enfrentados pelas estradas do Paraná.

Em Rio Negro, perto da divisa com Santa Catarina, são quatro mil desabrigados. O rio subiu 11 metros e água chegou ao telhado das casas. Centenas de moradores tiveram de abandonar as casas em dez bairros. Moradores de áreas críticas contaram com ajuda de soldados do Exército e bombeiros para retirar o que é possível de dentro das casas.

Em Londrina, os efeitos das chuvas foram sentidos indiretamente. A cheia do Rio Tibagi, que nasce em Ponta Grossa e corta o norte do estado, dificultou a captação e o tratamento de água. Parte da cidade ficou mais de 30 horas sem abastecimento, e diversos municípios que ficaram sem luz perderam itens como vacinas em postos de saúde.

Fonte: G1

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