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27/03/2014 - Vereador de Cuiabá posta mensagem sobre fé em rede social após prisão João Emanuel foi preso nesta 4ª suspeito de liderar esquema fraudulento. 'Deus se moverá em nosso favor porque esperamos nele', diz a mensagem.


 
Após ser preso sob acusação de fraude em licitações da Câmara de Cuiabá, o vereador João Emanuel Moreira Lima (PSD) postou, nesta quarta-feira (26), uma mensagem sobre fé na rede social. "Deus se moverá em nosso favor porque esperamos nele", diz a mensagem publicada pelo parlamentar que presidiu a Casa de Leis e renunciou ao cargo após ser alvo da Operação Aprendiz, deflagrada no ano passado contra um esquema criminoso supostamente liderado pelo acusado.O advogado do parlamentar, Eduardo Mahon, informou que a mensagem foi postada antes de João Emanuel ser encaminhado para a cela do anexo da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. "Ele foi encaminhado para a Polinter e ainda esta com os objetos pessoais", disse, ao citar que o cliente não possui a regalia de ter telefone na prisão. João Emanuel e outro suspeito de envolvimento no crime foi preso na manhã desta quarta-feira por agentes do Grupo de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco). Outros dois suspeitos que também tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça encontram-se foragidos. Conforme a decisão da juíza Selma Rosane dos Santos Arruda, da Vara Especializada Contra o Crime Organizado de Cuiabá, eles estariam atrapalhando as investigações do Ministério Público Estadual (MPE). O parlamentar não renunciou ao cargo de vereador por Cuiabá, para o qual foi eleito em 2012, e só deve perder a vaga após 30 dias de afastamento. Por conta das supostas irregularidades, ele também é investigado pela Comissão de Ética do Legislativo municipal. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), João Emanuel teria participação na falsificação de escrituras de terrenos. Os imóveis eram dados como garantia para angariar verba, que seria investida em sua campanha eleitoral a deputado estadual na eleição deste ano. "Segundo essa primeira hipótese, João Emanuel teria solicitado a garantia real, a fim de levantar quantia em dinheiro para a confecção de material gráfico para a sua campanha a deputado estadual em 2014", diz trecho do despacho da magistrada. Uma gravação obtida pelo MPE revela uma conversa entre o parlamentar e um empresário suspeito de participação no crime. Conforme a decisão, João Emanuel telefona para o outro suspeito dizendo que precisava arrumar um recibo de veículo. O outro suspeito lhe deu a notícia de que em breve teriam acesso a mais dinheiro, o qual dependeria de um suposto projeto não esclarecido. "Tal gravação refere-se à prática de um crime, já que João Emanuel diz ter arrumado uma pessoa que teria concordado em emprestar seu nome para a prática do golpe conhecido como 'finan', que consiste em transação fraudulenta na qual os golpistas se utilizam de pessoas que não têm restrições em seus nomes, para solicitar empréstimos bancários, entregando documentos falsos como garantia", diz parte do documento.
Fonte: G1

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