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07/03/2014 - Mais de 380 casos de dengue são registrados em uma semana em MT


 
Morte suspeita pela doença, que estava em investigação, foi descartada. Sinop continua sendo o município com mais registros da doença.Em uma semana, no período de 27 de fevereiro a 6 de março, foram registrados em Mato Grosso 386 novos casos de dengue, conforme dados divulgados pela Secretaria de Saúde do estado. Nos dois novos primeiros meses do ano não houve o registro de nenhum caso confirmado de morte pela doença. Um caso suspeito, que estava sendo investigado em Sinop, a 403 km de Cuiabá, foi descartado. Nesse ano já foram registradas 2.463 notificações de dengue. Dessas, quatro são consideradas graves. Apesar do número expressivo, houve uma grande queda com relação ao mesmo período de 2013, quando foram registrados 18.080 casos da doença no estado. Somente no município de Sinop, o estado contabilizou 787 casos. Em Cuiabá foram 211; em Várzea Grande, 99; e, em Rondonópolis, 127 notificações.Quatro casos de morte por suspeita de dengue continuam sendo investigadas em Cuiabá, Várzea Grande, Ipiranga do Norte e Campo Novo do Parecis. Prevenção A população pode combater a dengue limpando as calhas dos telhados e também os pratinhos dos vasos de plantas. As piscinas devem ser mantidas limpas e deve-se evitar a formação de poças d'água. Os materiais que podem acumular água devem ser eliminados e os pneus devem ser colocados em locais cobertos para não acumular água. E as caixas d'água e poços devem ficar bem tampados. tópicos: Campo Novo do Parecis, Ipiranga Do Norte, Rondonópolis, Várzea Grande-MT deverá gastar R$ 6 milhões no controle da dengue em 2014 Número de mortes por dengue em Mato Grosso cresce mais de 61% O governo de Mato Grosso deverá gastar aproximadamente R$ 6 milhões para prevenção e controle da dengue este ano, segundo a Superintendência de Vigilância em Saúde do estado. A Secretaria de Saúde elaborou o Plano de Contingência da doença para 2014 e 2015. O documento passa pelos últimos ajustes para discussão, estruturação e atualização com uma equipe do Ministério da Saúde. O objetivo é fortalecer e organizar a rede de atenção à saúde, a fim de evitar novas epidemias e ocorrências de mortes causadas pela doença. No ano passado, foram registrados 44.748 casos de dengue em Mato Grosso, sendo a maior parte em Sinop, com 8.691. Em Cuiaba, foram notificados 3.750 casos e, em Várzea Grande, na região metropolitana, 805. Em Rondonópolis, a 218 km da capital, 3.271 pessoas contraíram a doença, segundo os registros oficiais. "O plano inclui preparações de rotina e orientação aos profissionais que trabalham na área, mas também define as ações que serão tomadas caso um município não consiga mais responder sozinho a demanda. No total, deverão ser investidos mais ou menos R$ 6 milhões, incluindo a reforma e ampliação da Central de Controle Vetorial em Cuiabá", disse o superintendente de Vigilância em Saúde de Mato Grosso, Juliano Silva Melo.Uma das medidas é garantir que haja atendimento aos pacientes infectados nas Unidades Básicas de Saúde para desafogar os hospitais. Também está prevista a criação de peças publicitárias com orientações para a população que frequenta essas unidades, e a capacitação dos profissionais da saúde. "Deverão ser investidos ainda cerca de R$ 1 milhão para melhorar as ações de isolamento do vírus", acrescentou Melo. A preocupação é maior, segundo o superintendente, com os municípios mais populosos, como a capital. Porém, ele diz acreditar que 2014 deverá registrar diminuição no número de infectados pela dengue. "É uma queda natural, porque tivemos muitos casos nos últimos anos. A população acabou imunizada pelo próprio vírus. A tendência é diminuir", disse o superintendente. No entanto, 22 municípios ainda estão em alerta, por terem muitos criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. Cáceres, Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Juína, Água Boa, Juara e Barra do Garças são alguns dos que estão nessa lista. As orientações do plano incluem também classificar os riscos nos serviços de saúde, aprimorar serviços da vigilância epidemiológica, garantir a notificação e a investigação dos casos e monitoramento dos sorotipos virais, e definir estratégias para redução da força de transmissão da doença, por meio do controle do vetor e de seus criadouros.
Fonte: g1

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