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01/03/2014 - Primeira-dama pede exoneração de Pasta


 
Roseli Barbosa justificou saída afirmando que se dedicará a atividades particulares e à função de primeira-dama. Jean Estevan Campos vai substituí-la A primeira-dama de Mato Grosso, Roseli Barbosa, pediu exoneração do comando da secretaria estadual de Trabalho e Assistência Social (Setas). A decisão foi anunciada ontem (28) por meio de uma “carta”. Segundo o texto, a Pasta passará a ser comandada por Jean Estevan Campos Oliveira, que já atuava como secretário-adjunto. Roseli justificou sua saída do primeiro escalão do Paiaguás afirmando que passará a se dedicar mais “à atividades particulares e à função de primeira-dama, ainda mais próxima do governador Silval Barbosa (PMDB)”. “Sigo em frente com total confiança de que os programas desenvolvidos pela Setas, importante Pasta do Poder Executivo estadual que conta com quatro secretarias-adjuntas (Assistência Social; Trabalho e Emprego, Cidadadania e Assuntos Comunitários), seguirão de forma eficaz na gestão do secretário Jean Estevan Campos Oliveira e sua dedicada equipe”, disse. A primeira-dama ainda pontuou feitos conquistados pela secretaria ao longo dos quase quatro anos em que a comandou. Afirmou que, neste período, mais de 100 mil pessoas deixaram de viver abaixo da linha da extrema pobreza no Estado e que outras 30 mil tiveram acesso a cursos de capacitação profissional. “Foram anos de trabalho e dedicação focados, principalmente, naqueles que vivem em situação de risco e vulnerabilidade social, com atenção especial às nossas crianças e idosos”, pontuou. A passagem de Roseli Barbosa pela Setas, no entanto, não foi tão tranquila. No ano passado a Pasta se destacou por três meses consecutivos devido a suspeitas de irregularidades. Em julho, o Ministério Público Estadual instaurou um inquérito para apurar possível improbidade administrativa praticada pela primeira-dama. A suspeita era de contratação irregular – sem concurso público - de 120 servidores para atuar no Lar da Criança, em Cuiabá. No mês seguinte, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou a suspensão de um pregão presencial que selecionaria empresas para organização de eventos promovidos pela secretaria. O certame estava estimado em R$ 8 milhões. Em setembro do mesmo ano, outra licitação foi alvo de polêmica. Ela destinava R$ 9,8 milhões para a compra de kits do projeto “Enxoval dos Sonhos”. A aplicação da verba foi alvo de questionamentos na Assembeia Legislativa. Na época, a assessoria da Pasta afirmou que o material não havia sido adquirido porque o projeto estava em fase de estudo de viabilidade orçamentária.
Fonte: Da Reportagem

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