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03/04/2013 - Começa julgamento de acusados de assassinar casal de extrativistas no PA


 
Previsto para iniciar às 8h desta quarta-feira (03), no Tribunal do Júri da Comarca de Marabá, no sudeste do Pará, o julgamento dos acusados de assassinar em maio de 2011, no município de Nova Ipixuna, o casal de extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, começou com uma hora e meia de atraso.

Segundo a polícia, os réus José Rodrigues Moreira, Lindonjonson Silva Rocha e Alberto Lopes do Nascimento, acusados de participação da morte do casal, chegaram ao prédio do tribunal por volta das 6h, e entraram pela parte de trás do fórum, para não chamar a atenção do grupo de manifestantes que já se reunia em frente ao local que irá sediar o julgamento.

Segundo o juiz de direito da Comarca de Marabá, Murilo Simão, o julgamento pode durar dois dias. Já estão presentes no local as 14 testemunhas de acusação e 13 testemunhas de defesa que serão ouvidas.

O magistrado não proibiu a presença de jornalistas no tribunal do júri, mas não autorizou que o áudio fosse captado e nem que fossem feitas imagens internas do julgamento.

Os promotores que farão parte do julgamento são Danyllo Colares Pompeu e Bruna Rebeca Paiva de Moraes. Os réus José Rodrigues e Lindonjonson Silva serão defendidos pelos advogados Arnaldo Ramos de Barros e Vandergleisson Fernandes. Alberto Lopes terá sua defesa feita pelo advogado Erivaldo Santez.

Segurança São aguardadas cerca de 500 pessoas para o julgamento entre manifestantes, familiares e ativistas. Para evitar tumulto, foi solicitado reforço policial. Cerca de 40 policiais militares da tropa de choque irão fazer a segurança do fórum nos dias do júri.

Entenda o caso José Claudio e Maria do Espírito Santo foram mortos no dia 24 de maio de 2011. Eles estavam em uma moto na zona rural de Nova Ipixuna quando foram abordados pelos assassinos, que atingiram o casal com disparos de uma cartucheira após eles passarem por uma ponte. José Claudio teve uma das orelhas cortadas quando ainda estava vivo.

Os peritos localizaram uma máscara de mergulho na cena do crime, que teria sido usada pelos assassinos, sendo que na casa do acusado José Rodrigues foi encontrado equipamento de mergulho.

Segundo o juiz Murilo Lemos Simão, a investigação descartou a participação de fazendeiros e madeireiros no crime. As vítimas teriam recebido ameaças de José Rodrigues por conta da ocupação da área. O pronunciamento do juiz, publicado em 5 de março de 2013, aponta que o José Rodrigues teria comprado dois lotes em Nova Ipixuna, sendo que um deles era ocupado por pessoas apoiadas pelas vítimas - isto teria motivado o acusado a planejar o assassinato do casal.
Fonte: G1

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